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O Coletivo Moinho traz um cardápio de ações, atividades  e oficinas no âmbito da cultura, da arte e da educação na Região Metropolitana de Campinas. Um leque de possibilidades que vem sendo desenvolvidas e adquiridas por vários grupos e redes do mundo para disputar os meios de comunicação convencionais e, assim, descentralizar os fluxos de informação na sociedade atual.

As mídias livres vem para ficar e vão além disso, transcendem as limitações dos mesmos canais que não tem conseguido representar todas as classes sociais, estas então, se tornam formas alternativas  e independentes de se comunicar e trabalhar com os conteúdos midiáticos que interessam circular para os micros espaços sociais, quando encontramos a agradável necessidade de passar informação a um grande número de pessoas de forma autonoma e auto-gestionada.

São as mídias livres que vem trazendo possibilidades de nos comunicarmos de forma rápida, fácil e de forma barata, pelos meios tecnológicos e softwares livres que vem sendo desenvolvidos para o empoderamento social das plataformas disponíveis.

O Coletivo Moinho desenvolve essas experimentações e laboratórios com o seu trabalho cultural e artístico no local em que atua. Também oferece estas ações como intervenções de mídia na realidade urbana, de se desenvolver ou trocar essas plataformas tecnológicas, seja em formato de oficinas como já é feito em escolas e espaços educacionais pelo coletivo, ou de laboratório cultural e vivência no movimento social ao qual é agente ativo.

Ações e oficinas:

     O uso de diversos formatos no trabalho de mídia se traduz em abundância de recursos criativos fundamentais para uma comunicação eficiente, gerando uma narrativa transmidiática da cultura na nossa cidade.

1. WebTV:

Plataforma de transmissão audiovisual online em tempo real visando o desenvolvimento de programação de interesse social. Temas como políticas públicas, circuito cultural, cobertura de eventos culturais e de formação serão abordados.

2. Fotografia:

Difusão de imagens para registro, memória e concepção das narrativas e eventos dos micros e macros locais.

3. Audiovisual:

As linguagens baseadas no uso da imagem e do som servem com especial eficiência para registro da memória das narrativas e também na possibilidade de formatos para atrair a atenção do público. Entre os formatos possíveis, estão: documentários, teasers, vinhetas, vídeo-cobertura, etc.

4. Artes Visuais:

No âmbito da composição visual, design e diagramação, destacamos como formatos úteis na comunicação cultural: cartazes, banners, flyers, filipetas, livretos, jornais e revistas.

5. Site/Blogs:

Portal de conteúdo da Usina Geradora que irá conectar os sites e blogs dos coletivos residentes, como também as ações do espaço em questão.

6. Redes Sociais:

Facebook, Twitter, Youtube, Vimeo, Emails, etc.

7. Assessoria Popular de Mídia:

A Assessoria Popular de Mídia do espaço vem para conectar e organizar as ações e mídias de movimentos sociais, juntamente com as articulações e ações de seus coletivos residentes, estas interagindo entre si e externamente para com a sociedade. Tem a função  também de ser contector de espaço com as mídias e ações externas que venham a ter relações com  os movimentos, como também ocupar e pautar a mídia convencional (jornais, revistas, canais de televisão). A base da Assessoria Popular de mídia dentro do espaço dos movimentos, também tem frente formadora e articuladora de plataformas midiáticas para construir agências populares de comunicação em Campinas, sendo mais um braço de suas atuações e contrapartidas para com a cidade.

8. Cobertura Colaborativa:

A Cobertura Colaborativa traz como conceito a articulação técnica e humana de todas as linguagens midiáticas para se divulgar, difundir, registrar e promover um evento sócio/cultural na cidade. Vem também com a frente integrada de divulgação aberta e democrática dentro e fora dos espaços culturais e artísticos que atua, onde se visualiza possível uma cobertura de mídia, pela luta e resistência da memória de movimentos, por algum agente ou meio midiático. A Cobertura Colaborativa também traz consigo premissas de formação livre e laboratório cultural, onde suas ações, quando feitas de forma colaborativa, conseguem formar e capacitar interessados, escopados nessas vivências abertas dentro de ações culturais. Esses laboratórios tem a pretensão de trazer novos conceitos de mídia, com os já estabelecidos aparatos técnicos, como celulares, câmeras domésticas e etc.

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